Toda PME que tenta “organizar o comercial” cai na mesma armadilha: implanta um CRM com nove etapas, vinte campos obrigatórios — e em três semanas ninguém preenche mais nada. Funil bom é o que o time consegue manter. E para isso, quatro etapas bastam.
Conversão por etapa (onde o funil vaza), ticket médio e ciclo de venda (dias da conversa ao fechamento). Com esses três você prevê receita, dimensiona esforço e descobre onde está o problema quando a meta não vem. Dashboards com quinze métricas impressionam em reunião e não decidem nada.
A maioria das vendas B2B exige vários contatos; a maioria dos vendedores desiste no segundo. Defina cadência fixa por etapa (ex.: proposta apresentada → contato em 2 dias, 7 dias, 15 dias, com pretexto útil em cada um) e transforme em rotina cobrada. “Estou aguardando o cliente” não é status: é abandono educado.
Reunião semanal de 30 minutos, sempre no mesmo horário, olhando o funil na tela: o que entrou, o que anda, o que está parado há mais de X dias (e por quê), o que precisa de ajuda. Sem essa liturgia, o CRM vira cemitério de oportunidades — com ela, vira máquina de previsão.

Cliente ideal, primeiro contato, cadência e rotina: como montar prospecção sem depender só de indicação.
VendasOs quatro pontos que separam quem vende de quem só atende e os três números do canal que ninguém mede.
VendasPara que serve a reunião semanal, a pauta de 30 a 45 minutos que funciona e o que deixar de fora para o encontro não virar leitura de planilha.
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